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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Estados Unidos da Europa - O novo Presidente de todos nos e o que teremos de pagar para isso.



Noticia do Correio da Manha de:
21 Novembro 2009 - 00h30

Bruxelas: Ordenado superior ao de Barack Obama
Presidente da UE custará milhões
Um dia após a nomeação de Herman van Rompuy para a presidência da União Europeia ter suscitado uma maré de críticas à falta de carisma e de experiência do primeiro-ministro belga, o descontentamento cresceu depois de alguns jornais divulgaram o vencimento milionário que receberá no cargo: nada mais nada menos do que 395 mil euros anuais, valor superior, segundo o ‘Daily Express’, ao auferido por Barack Obama.


“É um peso intolerável na bolsa dos contribuintes para pagar a um burocrata não eleito”, considerou o eurocéptico britânico Nigel Farage, líder do Partido da Independência (UKIP).

Acresce que o presidente europeu terá 22 colaboradores e será escoltado por dez seguranças. Ou seja, o seu cargo custará por ano seis milhões de euros aos contribuintes.

Além de Rompuy, a escolha da britânica Cathy Ashton para liderar a diplomacia europeia reforçou o desconforto com as nomeações para os mais altos cargos da UE. É que Ashton, além de ser uma desconhecida no seu próprio país, tem limitada experiência diplomática, adquirida desde que em Outubro de 2008 se tornou comissária europeia do Reino Unido, rendendo Peter Mandelson.

O facto de os cidadãos não terem uma palavra a dizer sobre os seus líderes é um exemplo dos caminhos perigosamente antidemocráticos que a UE está a seguir, alertam os críticos. “Isto faz lembrar a forma como eram escolhidos os líderes na China comunista ou na antiga Jugoslávia”, lembrou Douglas Carswell, deputado conservador do Reino Unido.

Para os mais pessimistas, os novos rostos da UE provam ainda outra coisa: a falta de ambição europeia. Esse facto tinha já sido sublinhado aquando da recondução de Durão Barroso, e é justamente este quem agora tem mais razões para estar satisfeito, refere o ‘The Times’. Para este jornal, o “maçador” Rompuy e a descolorida Ashton são figuras ideais, do ponto de vista de Barroso, pois são incapazes de lhe fazer sombra.

CUSTOS DO CARGO

SALÁRIO BASE MENSAL

21 875 €

como primeiro-ministro belga auferia 11 040

SALÁRIO ANUAL

395 000 €

bem acima dos cerca de 270 000 de Barack Obama

SUBSÍDIOS

900 000 €

para despesas de representação, 27 000 para despesas pessoais e 64 000 para viagens. Contará ainda com 22 colaboradores.

sábado, 24 de outubro de 2009

Americanizacao - Estados Unidos da Europa - Tratado Lisboa


Causa-me tristeza ver como tudo se esta a alterar a nossa volta sem que ninguem ou se aperceba ou se esteja a interessar.
Neste momento estou a assistir a Americanizacao numa escala e velocidades incriveis tanto a nivel Europeu como a nivel mundial e torna-se preocupante como essa cultura que nao tem absolutamente nada a ver com a nossa nos esta a ser impigida.
A cultura Americana e uma cultura estupidificante e extremista baseada em factores materialistas, de ostentacao e violencia, sem qualquer pingo de cultura artistica ou espiritual como a velha cultura Europeia.
Causa-me tristeza a forma como vejo ser-me impigida, aos meus familiares e amigos,constantemente uma bandeira (que e um simbolo e como tal extremamente poderoso) e uma filosofia de vida (nada melhor que a televisao e os meios de comunicacao para estas coisas) que e totalmente oposta a filosofia de vida com que fui habituado e ensinado a viver.
Causa-me tristeza a forma como estamos a ser conduzidos como ovelhas para uma politica Estados Unidenses com a criacao de uma Uniao Europeia que so nao recebe o nome de Estados Unidos da Europa para nao se tornar extremamente obvio.
O Tratado de Lisboa (http://europa.eu/lisbon_treaty/index_pt.htm)vem alterar os tratados da Uniao Europeia e da Comunidade Europeia actualmente em vigor, que segundo eles '...vem criar Uma Europa mais democratica e transparente, com um papel reforcado para o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais e mais oportunidades para que os cidadaos facam ouvir a sua voz...' acho engracado esta parte na medida em que este tratado foi ratificado a presa pelos parlamentos nacionais, sem a consulta por meio democratico como deveria ter sido feito atraves de referendo ou a qualquer julgamento ou opiniao por parte do eleitorado, excepto na irlanda onde o primeiro referendo deu um NAO claro (http://tv1.rtp.pt/noticias/?article=148250&visual=3&layout=10), mas a presa para que este tratado entre em vigor e de tal ordem (existe a rapida necessidade de um alto representante europeu, para que e porque essa presa cabe-nos descobrir), que foi agendado um novo referendo (e um terceiro se voltasse a haver um nao,)mas com sondagens favoraveis ao tratado e outras lavagens a 2 de Outubro os Irlandeses milagrosamente disseram 'sim' (http://blogs.ft.com/brusselsblog/2009/10/irish-vote-gives-uks-cameron-a-chance-to-bury-lisbon/).

Vale a pena ler neste blogue sobre os processos (pouco) democráticos e o Tratado de Lisboa (ou Constituição Europeia)
(http://falascreve.blogspot.com/2009/09/os-processos-pouco-democraticos-e-o.html)

Tratado de Lisboa na Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Lisboa_(2007))

Mas afinal o que sabemos nos sobre o Tratado de Lisboa e as implicacoes que ele possa ter a nivel futuro? Absolutamente NADA, basta fazer um inquerito de rua e as respostas devem ser bastante conclusivas para nos apercebermos que andamos distraidos com outras coisas de menor importancia e que estas questoes de importancia vital nos estao a passar ao lado.
No fim o que acontece e que o poder que deveria estar na mao de muitos e leia-se populacao ou eleitorado esta a ser centralizado na mao muito poucos e com isto vamos perdendo mais e mais as liberdades basicas entre elas o direito a escolha e isto e deveras preocupante.



Vamos comecar a ter votacoes a americana (http://invirtus.net/in/story.php?title=elei%E7%F5es-eua-2008---como-funciona-o-sistema-eleitoral-norte-americano),em que o tribunal escolhe os Presidentes indepentemente quem ganhe nas urnas '...De facto, tiveram que ser os tribunais americanos, um mês depois das eleições, a darem a vitória ao candidato com menos votos populares nas eleições de 7 de Novembro de 2000, mas aquele que tinha mais grandes eleitores...' (http://www.infopedia.pt/$eleicoes-presidenciais-nos-eua-(2000)), e depois na sua reeleicao (http://resistir.info/energia/politics_of_the_pump_p.html), e isto depois para um presidente europeu que tera entre outras coisas a gestao da defesa e dos meios nucleares a sua responsabilidade, e as leis estao cada vez mais a serem feitas para prescindirem de eleicoes populares e passarem assim por cima da opiniao publica o que para mim tem um nome, cada um da-lhe o que quer para mim e um inicio camuflado de Estado Novo com um nome a escala mundial de Nova Ordem Mundial e ela esta ai, insinuosa, inteligente e assustadora.
Agora vejamos quando o premio nobel da paz (isto e de uma hipocrisia e inteligencia imensuraveis) Baraka Obama ja veio ameacar o Irao atraves do seu escritorio na voz de Hillary Clinton (http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1387327#)com medidas drasticas por parte da comunidade internacional (EUA e UE), caso o plano de desarmamento nao avance rapidamente (tao rapidamente como a criacao da UE), eu pergunto a mim mesmo, quando estas duas grandes Unioes que se tornarao so uma desarmarem o mundo, quem os desarmara a eles? E que um estado sem oposicao e um estado totalitario.
Nao deveria o plano de desarmamento mundial ser feito a escala mundial incluindo EUA, UE, Japao, China e Russia por ex.? ou isto e so para os paises que possam fazer frente as grandes super potencias mundiais?
A Americanizacao Europeia e so uma forma de estupidificacao de massas, para que aceitemos o jugo sem questionar, da mesma forma que os americanos o aceitam sem questionarem o porque de terem presidentes que nao elegeram, o porque de terem uma cultura abaixo da media europeia, o porque de mandarem orgulhosamente os filhos para a guerra morrer e matar inocentes, ou nao, a troco de petroleo.
Estamos todos no mesmo barco em que nos encontramos a perder a identidade e a liberdade.